domingo, 2 de agosto de 2026
• Ceuta
domingo, 17 de maio de 2026
• Kubark
domingo, 25 de janeiro de 2026
• 8 de Fevereiro
Nem quero pensar num cenário diferente. Precisamos dessa higiene política. Há um persistente cheiro a mofo no ar que respiramos, a crescer de tal modo que já se vem tornando insuportável.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
• Das presidenciais
sábado, 29 de novembro de 2025
• Unidos...
quarta-feira, 15 de maio de 2024
• Dedicado a vós, parolos
sábado, 30 de março de 2024
• O tuga no seu melhor
sábado, 9 de março de 2024
• Dia de reflexão
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* O Ronaldo das finanças, assim apelidado pelos seus pares europeus dos mesmos ministérios.
sábado, 29 de janeiro de 2022
• Cansado da burrice...
Até agora tenho ocasionalmente incentivado com o voto alguns novos partidos a virem a ter representação parlamentar. Como por exemplo em 2019 quando votei no PAN.
Desta feita que me perdoem não atribuir de novo esse empurrãozinho. Não é demérito vosso, ó gentes do PAN, e já agora, do Livre, também. É só devido à burrice de alguns partidos de esquerda que não sabem reconhecer que há um inimigo principal e comum que é mister derrotar, ou seja, a direita.
A direita está a pôr-se em bicos de pés, cuidando que vão crescer e que agora é a vez deles de regressarem ao poder. E uma certa esquerda prefere degladiar-se e desunir-se. Justo quando se impunha a atitude contrária.
Essa certa esquerda não percebe que está a dar mau nome aos políticos da sua metade do hemiciclo. E que nos provocam vergonha alheia. E até um certo repentino asco.
Aqueles que elegemos têm que ter as suas próprias agendas. Certo, é para isso mesmo que os elegemos. Para que representem os seus ideais que os distinguem dos demais. Mas também é necessário que saibam ler o momento político.
E o momento era para tudo menos para fazer birra.
O finca-pé ideológico - bem como a respectiva cegueira que pode fazer-lhe companhia - tem o seu tempo para acontecer. E este definitivamente não era o tempo. De todo!…
BE e PCP, desculpem-me, mas quero que percam. E que vos doa bastante a derrota. E que a vossa burrice não nos custe a ascensão da direita tuga. De toda a direita, desde o saco de gatos** que é o PSD até aos talibans lusitanos.
Receio bem que a burrice da esquerda seja o alimento de que carece a estupidez da direita… E que esta última tanto agradece.
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* Parece que quem um dia diagnosticou os sintomas desta burrice esquerdista foi Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil.
** Dos quais o famoso Zé Albino é o mais inocente de todos. E o único que deve ser fofo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
• Pandora papers
Mas depois e à medida que as sociedades humanas se foram desenvolvendo, os poderosos criaram esse conceito que são os impostos. A tal atitude de "Dar a César o que é de César", como eufemisticamente J. Cristo definiu esse fenómeno.
Um dia no entanto a classe política que nos governa a todos deve ter interiorizado que foram longe demais com a sua exigência de couro e cabelo que faziam a todos aqueles submissos que de um modo sacana apelidaram de “contribuintes”.
Então vislumbrou-se a necessidade de haver uma válvula de escape. Como tiveram de escolher um nome para esse instrumento, alguém terá alvitrado “offshores”. E a coisa pegou.
Só que… Não convinha nada que essa válvula de escape fosse do conhecimento geral. E muito menos que todo o bicho careta a usasse. Senão, todos iriam parar de pagar alguns impostos.
Há impostos a que não se pode fugir, como é o caso dos impostos sobre o consumo, como o IVA.
Já os impostos que incidem sobre os rendimentos, que nos custam tanto a ganhar, ou sobre heranças, que custaram tanto a amealhar aos nossos ascendentes, entre dinheiro e bens materiais…
É difícil aceitar que o estado ponha a mão naquilo para o qual não contribuiu ou ajudou nada. Daí que a evasão fiscal vá sempre buscar a este sentimento de injustiça a sua grande motivação e razão de existir.
Este jogo do gato e do rato é um desporto que sempre e para sempre será praticado. E o gato sabe que só pode perseguir o rato q.b.. Senão um dia o rato farta-se de levar demasiada porrada e embala a trouxa e zarpa para ir morar noutro pardieiro.
Por isso, o gato, ou seja o fisco, aplaude que haja offshores e não quer que estes alguma vez desapareçam. E pode ficar descansado, que nem todo o rato é mesmo rato. Ou esperto. Ou menos ainda chico-esperto.
E assim o sistema todo fica em equilíbrio. Mas lá muito de vez em quando vêm uns gajos desagradáveis que acham que têm de estar sempre a dizer que o rei vai nu. E põem a boca no trombone revelando listas de nomes de ratos que podendo perfeitamente pagar impostos como todos os outros não o fazem.
Só que estes tais gajos são só meio-espertos. Desconhecem o que é ser chico-esperto e qual é o modus operandi inerente de quem está nesse nível de hierarquia.
E se fosse preciso mais uma prova de que “portuguese do it better”, ei-la: os Pandora papers só conseguiram apanhar entre montes de big heads globais três peões de brega lusitanos, uns amadores pouco representativos da National Corruption League.
Esses três palermas* são o que se chama de “boi de piranha” na pecuária da Pindorama. Haverá mais do que três, claro, óbvio ululante!… Mas estes três foram os que todos os outros empurraram borda fora para serem sacrificados.
Pelo andar da carruagem, e porque estes Pandora papers são tão-só a segunda temporada de outra novela, os "ostracizados" Panama papers, acredito que a montanha vai parir uma vez mais aquilo que é costume: um camundongo.
E deste modo os ratos não estarão em vias de extinção. E os gatos podem dormir ronronando e descansadinhos da vida. E todos viverão felizes para sempre.
Vitória, vitória, acabou-se a estória!...
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* Ou então não quiseram pagar. Há que pôr em cima da mesa esta hipótese também.
sábado, 25 de setembro de 2021
• O dia de reflexão
Eis então um excelente mote para a reflexão do dia: o dia de reflexão for dummies.
Eu creio que o dia de reflexão que se instituiu antes de todo o acto eleitoral serve para já pelo menos para depois de ouvir todos os pantomineiros e seus fanáticos acólitos que vieram fazer arruadas aqui no beco onde eu moro...
Agora falando sério… Podemos todos concordar que campanhas eleitorais não podem ir até à hora da abertura das urnas, certo?…
Então talvez pudéssemos considerar antes dessa abertura um quarto de hora de reflexão. Em vez de 24 horas. Para quê esse desperdício de tempo, que é dinheiro, dizem alguns. Mas depois…
Se calhar isso não seria prático. Seria difícil travar os ímpetos dos que estivessem activos nessas campanhas em apenas quinze minutos. E levá-los a cumprir a lei pelas autoridades, então seria um pesadelo para estas últimas.
Mas será que é preciso tanto tempo, como as tais 24 horas?… Eu reflecti e julgo que sim.
Um dia inteiro até nem é muito para esfriar a cabeça, depois de duas semanas de indecorosa e pornográfica demagogia.
Até mesmo os políticos, apesar de tudo e deles mesmos, acharam que haveria esta necessidade de dar um tempo à relação entre nós e eles.
Este intervalo de descanso é tão necessário para nós todos como para eles. E vejamos porquê…
Depois, na noite das eleições têm de parecer finos para ir a conferências de imprensa nos hotéis Altis desta vida.
Ora, entre as feiras e o Altis, há que ter um bom banho de imersão, para tirar todo o sarro acumulado. E um dia inteiro para essa higiene pessoal não me parece assim nada de mais.
E pronto. Aí está a suprema justificação para a premência desse dia de reflexão.
Agora, gentes, não me venham nunca mais com dúvidas sobre a existência deste dia, fáxavôr... E também é escusado me agradecer por ter vertido sobre vós a minha expertise e sapiência.
domingo, 13 de junho de 2021
• How low can you go?...
É que alguns meninos têm andado a ter um comportamento demasiado rasca… E eu não posso permitir essa concorrência comigo, de forma nenhuma!…
É dia de Santo António. E bem antes deste dia, normalmente festivo e de tréguas políticas, houve quem quisesse agitar as águas porque sim. Porque acreditam que é essa a sua missão neste planeta.
Enfim… O PSD faz tão mal às pessoas de bem que lá vão parar!... E pensar que tudo podia ser ainda 10 vezes pior se estes infelizes tivessem em tempos idos trocado o Rio pelo Montenegro...
Agora a sério… Eu até acho que já topei a dele… Se consumirmos mais sardinha, pouparemos a espécie dele porque teremos a barriga cheia e já não o iremos comer com molho à espanhola.
Esta manobra que este rapazinho faz com esta forma de comunicar tem um nome técnico, que é “querer ver o cerco pegar fogo”.
Este aprendiz de canalha é um perigoso pirómano. Da escola da política de terra queimada do seu mentor ou Messias, Peter Steps Rabbit, de má memória.
Ontem, outros petizes mais inofensivos mas não menos irrequietos quiseram organizar um chamado “arraial liberal”, sob a capa de evento político. Que o foi, de facto. Com tomadas de posição expressas com arco e flecha.
Bem infantis mas altamente esclarecedoras do crédito que todos nós lhe devemos atribuir.
Acho que nem devia perder tempo para falar destes infelizes ressabiados da IL. Mas enfim, já está dito.
Se esta cambada de gajos dispensáveis é que são os tais dos filhos da nação, pobre da nação…
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
• A Real Politik
- Antes do sufrágio, é mister prometer amanhãs que cantam, apanágio de ideologias de esquerda,
- Depois do dito sufrágio, e com o poder já conquistado, há que implementar de imediato todas as medidas mais impopulares e eventualmente necessárias, prática sempre indissociável dos politicos da ala direita.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
• Bolsominions
Muitos desses espécimens ou animais racionais eram genuínos Bolsominions. Mesmo quando aparentavam ser donos de alguma sagacidade.
No topo deste post disponibilizo um manual de bolso(naro) para entender quem ou como são os nossos turistas tupiniquins que pululavam por aí, até há uns tempos atrás, antes dos diversos confinamentos se terem implementado pelo mundo inteiro…
terça-feira, 28 de maio de 2019
• Como votou um cidadão rasca
E uma vez mais, como diz António Costa, "É geringonça mas funciona!". In your face, dona Assunção Cristas!...Parabéns a vocês também, Bloco de Esquerda.

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