segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

• Stop this stupid war, please...

Mr. Vladimir Putin, stop this stupid war, please... In the end, even if you win it, you will have loose a lot.

Actually, you and Russia have already lost plenty. You’re no longer to be trusted by anyone, not even by your friends. And neither is Russia in a world scenario.

We all in this planet wander, how come was this possible, to start this stupid war in the 21st century???…

I guess you began realising that you by chance own plenty of toys. Too many toys. War tanks, jet planes, navy ships… Not to mention as well, nuclear weapons. That have cost a lot. And that it was a shame not to give them full use.

This is what one can think to try to explain what’s happening in Ukraine to a child. As for explaining this to an adult…  As we are used to say so often in my country…

This is mostly lack of sex, isn’t it, Vladimir?…

Some days ago, I saw on tv an ukrainian woman about her fifties insurging herself against a heavely armed russian soldier. She was calling him and his nearby comrades occupiers and assassins. Telling these poor guys that they should leave her beloved country soil.

And in the end, she offered this soldier a handful of sunflower seeds for him to keep them in their uniform pockets. She said that once he would be buried in Ukraine, flowers would be growing from his grave. And that would be fine, since no one will go there to put any flowers in his honour.

This is so brutal, yet so poetic, at the same time. So alike the braveness of a slavic woman. And I know of a girl* that I can picture her to be able to do the very same thing…

I might be just another clown - like the ukrainian president was before elected - or a hopeless joker... But I can't help myself but to write these lines with tears in my eyes.

It's just unbelievable, so many lives being lost to stupidity!...

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* She was born in the Soviet Union but left belonging to this extinct big federation due of the so called singing revolution.

sábado, 29 de janeiro de 2022

• Cansado da burrice...

Cansado da burrice* de uma certa esquerda, desta vez amanhã vou providenciar para que o meu voto seja realmente útil.

Até agora tenho ocasionalmente incentivado com o voto alguns novos partidos a virem a ter representação parlamentar. Como por exemplo em 2019 quando votei no PAN. 

Desta feita que me perdoem não atribuir de novo esse empurrãozinho. Não é demérito vosso, ó gentes do PAN, e já agora, do Livre, também. É só devido à burrice de alguns partidos de esquerda que não sabem reconhecer que há um inimigo principal e comum que é mister derrotar, ou seja, a direita.

A direita está a pôr-se em bicos de pés, cuidando que vão crescer e que agora é a vez deles de regressarem ao poder. E uma certa esquerda prefere degladiar-se e desunir-se. Justo quando se impunha a atitude contrária.

Essa certa esquerda não percebe que está a dar mau nome aos políticos da sua metade do hemiciclo. E que nos provocam vergonha alheia. E até um certo repentino asco.

Aqueles que elegemos têm que ter as suas próprias agendas. Certo, é para isso mesmo que os elegemos. Para que representem os seus ideais que os distinguem dos demais. Mas também é necessário que saibam ler o momento político.

E o momento era para tudo menos para fazer birra.

O finca-pé ideológico - bem como a respectiva cegueira que pode fazer-lhe companhia - tem o seu tempo para acontecer. E este definitivamente não era o tempo. De todo!…

BE e PCP, desculpem-me, mas quero que percam. E que vos doa bastante a derrota. E que a vossa burrice não nos custe a ascensão da direita tuga. De toda a direita, desde o saco de gatos** que é o PSD até aos talibans lusitanos.

Receio bem que a burrice da esquerda seja o alimento de que carece a estupidez da direita… E que esta última tanto agradece.

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* Parece que quem um dia diagnosticou os sintomas desta burrice esquerdista foi Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil.

** Dos quais o famoso Zé Albino é o mais inocente de todos. E o único que deve ser fofo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

• Enfim, a hipocrisia...

De injustiças como esta é que ninguém fala… Enfim, a hipocrisia, sempre a velha hipocrisia…

Mas eu não vou deixar passar em branca nuvem estas cenas. É para isso que este blog existe. Ainda. E sempre. Há que descobrir em todos nós com que missão - ou missões - viemos a este mundo e nos foi fornecido algum intelecto.

Quero lá saber de todos os João Rendeiro* desta vida e outros quejandos de que todo o bicho careta fala hoje em dia!… Não é esse o meu papel. Eu sou mais aquele cabrão do puto, nascido da fértil imaginação de Hans Christian Andersen, que disse “O Rei vai nu”.

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* Sem ter qualquer simpatia pelo sujeito em causa, o CEO do Banco Privado Português - só trata de dinheiro, como soía clamar a publicidade que antigamente havia do BPP; bem criativa, diga-se em abono da verdade... - com o qual por acaso cá o rapaz até teve uma vez uma reunião de negócios, só eu e ele em privado e no seu escritório na sede do banco… Diria que este gajo até poderia ser considerado um Robin Hood lusitano. Só que tudo o que roubou aos ricos não lhe deram tempo depois de distribuir pelos pobres. Com a excepção do seu motorista.

domingo, 28 de novembro de 2021

• Mais um bagulho

Pronto!… Tinha de ser... Vai ter sempre mais um bagulho aparecendo assim sem mais nem menos.

Aqueles fervorosos adeptos das teorias das conspirações não podiam parir quaisquer enredos que soassem melhores do que o desta porra de pandemia… 

Agora é mais esta variante do tal do SARS-COV 2 - ou coisa que o valha… - a que atribuíram mais uma letra do alfabeto grego. Qualquer dia esgotam-se as opções baptismais para este vírus.

Mas eu deixo esta sugestão: o Mandarim tem mais de dez mil ideogramas. E afinal, foi lá no Império do Meio que tudo começou.

E agora a pergunta de um milhão de dollars… Valeu - ou valerá - a pena tomar já, já essa tal terceira dose das vacinas de duas tomas*, se essa droga não nos proteger ainda contra esta variante Omicron?...

Às tantas o que nos vai safar a todos é a vacina portuguesa via nasal da Immunethep

Venha ela!… Até porque assim não precisamos de ficar com os  nossos ricos bracinhos furados p’rái umas dez vezes. E era esta mesma vacina que eu estive quase a guardar-me para a tomar. Voluntarizando-me como cobaia humana.

Não o fiz porque julguei que levando a vacina da Janssen livrar-me-ia disto tudo duma vez por todas. Ingénuo que eu sou, não é verdade?...

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* Pfizer, Moderna e AstraZéneca, as três farmacêuticas da vida airada. A Moderna já veio anunciar hoje que vai descobrir rapidamente a solução para esta nova variante. Esperemos então, bem sentados, pelos desenvolvimentos dos novos capítulos desta paranóia global. Que hão-de vir por aí, de certezinha absoluta.

domingo, 7 de novembro de 2021

• A voz dos muros - XVIII

Esta ainda não me tinha ocorrido… A vida como uma bela mentira.

Portanto, tudo o que eu tenho vivido nestes anos todos não passou duma farsa… Bonito!…

E o pior é que é melhor que a farsa não acabe... 

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

• Pandora papers

No princípio era o verbo. E também era tudo offshores, por toda a face da Terra, quando ainda era plana.

Mas depois e à medida que as sociedades humanas se foram desenvolvendo, os poderosos criaram esse conceito que são os impostos. A tal atitude de "Dar a César o que é de César", como eufemisticamente J. Cristo definiu esse fenómeno.

Um dia no entanto a classe política que nos governa a todos deve ter interiorizado que foram longe demais com a sua exigência de couro e cabelo que faziam a todos aqueles submissos que de um modo sacana apelidaram de “contribuintes”.

Então vislumbrou-se a necessidade de haver uma válvula de escape. Como tiveram de escolher um nome para esse instrumento, alguém terá alvitrado “offshores”. E a coisa pegou.

Só que… Não convinha nada que essa válvula de escape fosse do conhecimento geral. E muito menos que todo o bicho careta a usasse. Senão, todos iriam parar de pagar alguns impostos. 

Há impostos a que não se pode fugir, como é o caso dos impostos sobre o consumo, como o IVA. 

Já os impostos que incidem sobre os rendimentos, que nos custam tanto a ganhar, ou sobre heranças, que custaram tanto a amealhar aos nossos ascendentes, entre dinheiro e bens materiais…

É difícil aceitar que o estado ponha a mão naquilo para o qual não contribuiu ou ajudou nada. Daí que a evasão fiscal vá sempre buscar a este sentimento de injustiça a sua grande motivação e razão de existir.

Este jogo do gato e do rato é um desporto que sempre e para sempre será praticado. E o gato sabe que só pode perseguir o rato q.b.. Senão um dia o rato farta-se de levar demasiada porrada e embala a trouxa e zarpa para ir morar noutro pardieiro.

Por isso, o gato, ou seja o fisco, aplaude que haja offshores e não quer que estes alguma vez desapareçam. E pode ficar descansado, que nem todo o rato é mesmo rato. Ou esperto. Ou menos ainda chico-esperto.

E assim o sistema todo fica em equilíbrio. Mas lá muito de vez em quando vêm uns gajos desagradáveis que acham que têm de estar sempre a dizer que o rei vai nu. E põem a boca no trombone revelando listas de nomes de ratos que podendo perfeitamente pagar impostos como todos os outros não o fazem.

O último happening que estes gajos pariram foi baptizado de “Pandora papers”.

Só que estes tais gajos são só meio-espertos. Desconhecem o que é ser chico-esperto e qual é o modus operandi inerente de quem está nesse nível de hierarquia.

E se fosse preciso mais uma prova de que “portuguese do it better”, ei-la: os Pandora papers só conseguiram apanhar entre montes de big heads globais três peões de brega lusitanos, uns amadores pouco representativos da National Corruption League.

Esses três palermas* são o que se chama de “boi de piranha” na pecuária da Pindorama. Haverá mais do que três, claro, óbvio ululante!… Mas estes três foram os que todos os outros empurraram borda fora para serem sacrificados.

Pelo andar da carruagem, e porque estes Pandora papers são tão-só a segunda temporada de outra novela, os "ostracizados" Panama papers, acredito que a montanha vai parir uma vez mais aquilo que é costume: um camundongo.

E deste modo os ratos não estarão em vias de extinção. E os gatos podem dormir ronronando e descansadinhos da vida. E todos viverão felizes para sempre.

Vitória, vitória, acabou-se a estória!... 

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Ou então não quiseram pagar. Há que pôr em cima da mesa esta hipótese também.