quinta-feira, 6 de outubro de 2022

• How are you?

I just hate when someone stranger starts any dialogue with me with this question… And I thought I was the only one to feel this way but no, I’ve found another soul like me.

The following words are not my own, but I pretty much can easily agree with these thoughts.

“How are you?”


I think this is the stupidest question, really, and it's not even a question, but just a meaningless habit. I have no answer to your "how are you?”. Because I do not understand what exactly you are interested in. Hundreds of people a day write the same "how are you?”. I'm not going to answer your primitive "how are you?” with the same primitive "I’m fine”. So, I have a huge request to all who want to get to know me: try to start an acquaintance with someone else, please. Or "how are you?" is the only phrase that you know in english??? Is there any other questions you might know?…


The author of these statements says about herself that once we know her we will probably find out that she’s a monster.


Well, I don’t subscribe to that point of view. Maybe because I’m a monster too. Or it comes along with the poor quality of my sense of how the practice of a citizenship must be.

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

segunda-feira, 25 de julho de 2022

segunda-feira, 27 de junho de 2022

• Positivo

Ao fim de mais de dois anos a escapar dele, o bicho finalmente apanhou-me…

Queria muito poder dizer que quando esta crise sanitária acabasse que eu tinha passado por esta incólume. Mas não deu. E depois, será que esta pandemia terá um termo alguma vez?... Ou só será amenizada a um ritmo muito lento?…


Amanhã, terça-feira, dia 28, quando fizer uma semana depois do meu primeiro auto-teste, espero que esta porra acabe.


E depois é ver se há sequelas.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

• New Apocalypse now

Li numa rede social este estado de alma:

Uma civilização que no séc. XXI assiste, sem a poder impedir, a uma cruel e bárbara guerra, repleta de devastação, massacres, torturas, violações, deportações e outros horrores totalmente injustificados, não merece sobreviver.


E é isto…


Nem me apetece hoje em dia acrescentar mais nada que seja.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

• A voz dos muros - XIX

O nascer duma consciência de nação. Ou o consertar duma nação destruída pela estupidez humana.

Já lá vão mais de dois meses deste conflito que nunca devia ter começado. E aqui vão alguns dos cartoons que os agredidos* fizeram dos agressores…


Putin a arder em fogo lento com as chamas assemelhando-se ao tridente ucraniano, esse símbolo nacional hoje em dia tão disseminado por todo o país, a exaltar um orgulho em si mesmo recém descoberto.

Já ouvi em reportagens de rua ucranianos transformados em refugiados a referirem-se ao sacana do Vladimir como "a besta". Aqui está como um bacorinho.

Um casal de namorados a admirar uma visão de algo tão "bonito" para eles quanto um pôr do sol romântico...

E lá longe um tanque russo "au flambé", premiado com uma dúzia de cocktails Molotov.

Putin deve ter pensado que a Rússia já tinha muitos destes brinquedos, de modo que podia muito bem mandar alguns para a Ucrânia para serem estragados.

Um soldado russo regressando a casa para junto da sua família, da sua esposa e de seus filhos queridos, todos tão amados, oferecendo a estes os despojos de guerra que terá conseguido trazer, ou melhor, arrancar daqueles pobres e indefesos seres que cegamente brutalizou, sem qualquer compaixão ou sentido de humanidade...

O "quebra-noz" russo com sérias dificuldades em lidar com a dura "noz" ucraniana...

Esta gente também já agora poderia ter poupado Piotr Illich Tchaikovsky e a Companhia de Ballet do Teatro Bolshoi às suas piadinhas... Mas já nenhum símbolo russo é sagrado para eles.

E por último, algo que devia envergonhar todos os russos: a pilhagem dos lares ucranianos das povoações ocupadas pelas tropas agressoras, sobretudo furtando... máquinas de lavar.

Incrível! Vergonhoso! Altamente revelador da baixeza e pobreza de espírito duma nação grande, dita a maior do nosso planeta e alegadamente das mais prósperas do nosso tempo. Mas que aproveita esta invasão para roubar algo tão básico dum povo seu vizinho que não viverá melhor do que eles...
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* Apesar da porrada que estão a levar duns brutos energúmeros, e de certo modo, cobardes... Os bravos ucranianos não perdem um fino humor e um sarcasmo sem quaisquer pudores.