quinta-feira, 30 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
• Anedotário Rasca - V
A chave mestra para compreender as idiosincracias do intrincado humor português. Digo, o actual, contemporâneo desta maldita crise…
Paying some tribute to my ever growing international audience - hi, you people from NSA! ;-) - what’s written in portuguese on these comic word balloons goes like this in Shakespeare's language...
“At the bottom of the well there's a joke...
But it's useless to tell you the joke...
You will only find it funny if you are also at the bottom of the well."
“At the bottom of the well there's a joke...
But it's useless to tell you the joke...
You will only find it funny if you are also at the bottom of the well."
domingo, 5 de julho de 2015
• Όχι, όχι, όχι!...
Ίσως ποτέ τόσο πολύ όσο σήμερα μία ψήφο είχε τόσο μεγάλη δύναμη για την υπεράσπιση της δημοκρατίας και της αξιοπρέπειας ενάντια στην τυραννία και την υποκρισία...
Perhaps never so much as today one vote had so much power in defense of democracy and dignity against tyranny and hypocrisy...
Talvez nunca tanto como hoje um voto tenha tido tanto poder em defesa da democracia e dignidade contra a tirania e a hipocrisia...
E por falar nisso… E agora só para consumo interno… Sou só eu que acho extremamente pornográfico o sorrisinho de Pierre Pas Lapin que ele põe na expressão do seu rosto, talvez de um modo inconsciente até, quando abre a boca e debita cá p’ra fora toda a hipocrisia inata do seu ser político?
Isto é para mim sobretudo notório quando este tratante aparece a falar directamente para os seus apaniguadoos jotinhas, em reportagens na televisão. E, indirectamente, a querer dar recadinhos para cada um de nós, aqueles piegas bandalhos que andámos a viver todos acima das nossas possibilidades. E que ele apostou em tomar como a sua suprema missão lixar-nos a vidinha!…
O pavor com que ele deve viver hoje em dia por causa de vir, mais tarde ou mais cedo, a perder a face!… E de ficar para sempre do lado errado da História de Portugal.
Se alguma vez ele foi um bom homem de princípios sãos, perdemo-lo para quem ele vendeu a sua alma.
Se alguma vez ele foi um bom homem de princípios sãos, perdemo-lo para quem ele vendeu a sua alma.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
• Destroçado me sinto…
Se estes aprendizes de feiticeiro que o povo - com o seu voto ou a sua omissão de votar - democraticamente colocou em Belém e em São Bento com o pleno usufruto do poder executivo governassem na gloriosa época histórica das descobertas…
…Mandavam as caravelas todas voltar para trás e vendiam-nas ao desbarato.
Porque quem tinha enviado as caravelas mar adentro teriam sido os despesistas do anterior governo em funções, que perdeu as eleições, deixando-lhes essa pesada herança entre mãos e que não sabiam o que fazer com esta.
Ah, e atiravam os piegas dos marinheiros todos para o desemprego. Não sem lhes sugerir que tentassem arranjar novas oportunidades de melhoria de vida na emigração para os reinos de Castela, da Flandres ou de Inglaterra. Subliminarmente, para depois poderem defender-se, parodiando com tal sugestão não passar de um mito urbano.
É essa a real dimensão da falta de visão desta gentinha, bem como das suas ignorância e cobardia política. E da nossa desgraça.
Porque quem tinha enviado as caravelas mar adentro teriam sido os despesistas do anterior governo em funções, que perdeu as eleições, deixando-lhes essa pesada herança entre mãos e que não sabiam o que fazer com esta.
Ah, e atiravam os piegas dos marinheiros todos para o desemprego. Não sem lhes sugerir que tentassem arranjar novas oportunidades de melhoria de vida na emigração para os reinos de Castela, da Flandres ou de Inglaterra. Subliminarmente, para depois poderem defender-se, parodiando com tal sugestão não passar de um mito urbano.
É essa a real dimensão da falta de visão desta gentinha, bem como das suas ignorância e cobardia política. E da nossa desgraça.
terça-feira, 2 de junho de 2015
• Pai, não lhes perdoes...
Há mais de 5 anos atrás escrevi um post a que intitulei “Os velhos do Restelo”… Hoje, passado todo este tempo e vendo o estrago que estes filhos da mãe destes young turks da política tuga actual produziram na nossa democracia, acho que começo a me baldear para os kotas outra vez!…
Pierre Pas Lapin pediu um belo dia desculpa aos portugueses, quando ainda era oposição e teve de se associar a José Sócrates numa medida impopular que ambos julgaram absolutamente necessária. Depois, chegou em 2011 a primeiro-ministro. Por causa do nosso desgraçado karma. E então achou que o posto o dispensava de pedir mais desculpas e até o autorizava a fazer todas as sacanices em série que cometeu até hoje.
Entretanto, um dos meus bem entranhados ódiozinhos de estimação, Manuela Ferreira Leite, desata hoje em dia, numa prateleira dourada em que tropegamente a arrecadaram no PSD, a ser desbocada mas carregadinha de razão… Quando disse, num exemplo não isolado, que (sic) “os funcionários da AT, Autoridade Tributária andam p’rái a estragar a vida a muito boa gente”.
O que será que o raio do poder faz a esta gente, que lhes seca todo e qualquer sentido de sensibilidade social, quando mais imperativo seria que o tivessem?… E que só volta a desabrochar quando se sentem positivamente ostracizados?…
A nossa riquíssima miss Swaps - aquela senhora a quem eu até me repugna chamar pelo nome, tal foi a sua subida vertiginosa até ao top dos meus ódios de estimação - tem de ir para uma clínica de reabilitação com urgência. Antes que provoque p’rái algum efectivo e não encapuçado genocídio de reformados. E de desempregados. E de todos aqueles que engrossam os números dos ficheiros Excel - que ela herdou do Vitinho, esse outro louco seu mentor, desaparecido de cena - relativos a esbanjadores dos dinheirinhos que a ela tanto andou e ainda anda a custar a arrebanhar nos cofres do estado.
Cofres esses que a senhora, nas suas alucinações devidas ao ar viciado contido dentro da sua redoma institucional, ainda passará a ver um dia destes como propriedade exclusiva dela mesmo. Afinal, dão-lhe tanta trabalheira... E ela nunca se dá por satisfeita.
Valha-nos a doce ilusão de termos alguém que parece ter jurado abraçar a missão de funcionar como um contrapeso dela na pessoa de Paulo Portas. Nem que seja só para inglês ver. Pobre marioneta, este Paulo... Chego até a ter simpatia por ele, vendo como a máquina do estado o tritura tão grosseiramente.
Bom, mas deixem-nos de lamechices! É mister urgente correr com esta gente toda. É que não sei se consigo sobreviver até ao fim deste mandato. Não sei mesmo!…
E não pensem em nos vir pedir desculpas depois, seus estúpidos canalhas!… Vocês é que são mesmo rascas, cambada!… Eu sou um amador á vossa beira…
Cofres esses que a senhora, nas suas alucinações devidas ao ar viciado contido dentro da sua redoma institucional, ainda passará a ver um dia destes como propriedade exclusiva dela mesmo. Afinal, dão-lhe tanta trabalheira... E ela nunca se dá por satisfeita.
Valha-nos a doce ilusão de termos alguém que parece ter jurado abraçar a missão de funcionar como um contrapeso dela na pessoa de Paulo Portas. Nem que seja só para inglês ver. Pobre marioneta, este Paulo... Chego até a ter simpatia por ele, vendo como a máquina do estado o tritura tão grosseiramente.
E não pensem em nos vir pedir desculpas depois, seus estúpidos canalhas!… Vocês é que são mesmo rascas, cambada!… Eu sou um amador á vossa beira…
quarta-feira, 20 de maio de 2015
• A vida como uma farsa - parte II
…e como em Roma sê romano, se esta vida é uma farsa completa, eu vou armar-me hoje num grande farsante. Como? Eu explico.
Sou um dos donos dum segredo que pode vir a ser muito disputado. Já sei como vai ser o final* da telenovela “Mar Salgado”, da SIC. Eu estava lá, por dever de ofício. Mas só irei revelar este segredo se me torturarem ou me subornarem ou escreverem um comentário neste ou em qualquer post de qualquer um dos meus blogs.
Esta hoje foi já a oitava telenovela em que tive como adereço móvel algum tipo de participação. Mas é a primeira em que envergo uma farda. E também a primeira em que estou nas cenas finais. Depois de já ter estado no primeiro episódio doutra novela, “Mulheres”, da TVI.
Esta última novela e “A Única Mulher”, também do mesmo canal, foram até agora aquelas em que estive mais do que um dia em filmagens. Ainda ontem estive pela terceira vez na pele daquele membro de conselho de administração, experiência de farsa de vida que já abordei neste outro post neste blog.
Hoje fui bombeiro. No cair do pano da novela de hoje, “Mar Salgado”, eu seguro o pano que vai cair sobre o corpo dum cadáver, que jaz no chão de terra batida dum estradão florestal na serra da Arrábida. Para o tapar. Paz à sua alma. Eras pouco fresco, eras...
Rei morto, rei posto, dever cumprido e pardais ao ninho, todos nós, fazedores de farsas, tratámos depois de ir almoçar quase á hora do chá numa bela e solarenga esplanada, o restaurante Rockalot Acqua Bay, no parque de Albarquel, com uma vista de deslumbrar sobre Tróia e as águas claríssimas da foz do rio Sado. Vide foto neste parágrafo. Uma coisinha que na foz do "meu" Tejo é impossível de ter…
Isto foram as farsas de ontem e de hoje. Amanhã ainda não sei o que serei. Só sei que tenho de comparecer no Hotel Pestana Palace, na Lapa, com traje de finório. Afinal, aquilo é um supra-sumo do luxo na hotelaria portuguesa… e eu sou um poder diabo que não sabe onde perdeu as botas. Mas parece que sou sendo bom como farsante.
* Que segundo me afiançaram, só será transmitido lá para Setembro…
Nota: Sobre as outras sete anteriores novelas em que estive envolvido em gravações já escrevi em vários e variados posts dos meus três blogs. A quem se quiser dar ao trabalho ou à bisbilhotice de pesquisar a minha “vida de artista” e escrever a biografia deste activista rasca, poderá clicar aqui para aceder a esses posts.
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Nota: Sobre as outras sete anteriores novelas em que estive envolvido em gravações já escrevi em vários e variados posts dos meus três blogs. A quem se quiser dar ao trabalho ou à bisbilhotice de pesquisar a minha “vida de artista” e escrever a biografia deste activista rasca, poderá clicar aqui para aceder a esses posts.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
• Anedotário Rasca - IV
Ó gente da minha terra, cambada de labregos incultos...
Temos pena mas esta anedotinha hoje tem de ser em inglês. É que nem a expressão corrente em causa é usada pelos polícias lusófonos, tanto quanto eu saiba; nem o jogo de palavras é possível na língua do nosso poeta zarolho. E sem mais delongas nem preâmbulos inúteis, atão é assim:
A man is being arrested by a gorgeous female police officer, who informs him: ”Anything you say can and will be held against you."
The man replies: ”Boobs!"
Temos pena mas esta anedotinha hoje tem de ser em inglês. É que nem a expressão corrente em causa é usada pelos polícias lusófonos, tanto quanto eu saiba; nem o jogo de palavras é possível na língua do nosso poeta zarolho. E sem mais delongas nem preâmbulos inúteis, atão é assim:
A man is being arrested by a gorgeous female police officer, who informs him: ”Anything you say can and will be held against you."
segunda-feira, 11 de maio de 2015
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