Hoje vou iniciar aqui neste blog uma série de contributos ou subsídios para a feitura do "Manual do Cidadão Rasca".
Esse será o meu livro fuchsia - é moda escolher uma cor para os livros doutrinários dos grandes pensadores e eu escolho esta cor, porque não?… - que será um guia para a minha resistência armada (em parva) contra o sistema, esse abstracto sacana.
Esse será o meu livro fuchsia - é moda escolher uma cor para os livros doutrinários dos grandes pensadores e eu escolho esta cor, porque não?… - que será um guia para a minha resistência armada (em parva) contra o sistema, esse abstracto sacana.
Saber ser um Cidadão Rasca não é fácil e exige muita criatividade para sobreviver no meio dos não-rascas.
Talvez o primeiro mandamento do magnífico Manual do Cidadão Rasca deva ser este: em nome dessa sobrevivência, impõe-se fazer um recuo estratégico de quando em vez e deixar de ser Cidadão Rasca. Convertendo-nos num aldeão rasca.
Vejamos um exemplo duma medida neste sentido.
Isto de viver na grande Olissipo já deu o que tinha a dar. A tão apregoada e artificial crise que os media estão sempre a querer fazer-nos zumbir nos nossos ouvidos, a mando dos donos da economia global, está a dar-me ganas de me mudar para junto das planícies infinitas e passar a ver lá o nascer do sol todos os dias.
Vou começar já, inda antes da mudança, a procurar fundar uma espécie de vida social com os nativos dessas paragens idílicas, com recurso ao feicebuque. Que na tradição oral local tem uma pronúncia toda própria.
Isto de viver na grande Olissipo já deu o que tinha a dar. A tão apregoada e artificial crise que os media estão sempre a querer fazer-nos zumbir nos nossos ouvidos, a mando dos donos da economia global, está a dar-me ganas de me mudar para junto das planícies infinitas e passar a ver lá o nascer do sol todos os dias.
Vou começar já, inda antes da mudança, a procurar fundar uma espécie de vida social com os nativos dessas paragens idílicas, com recurso ao feicebuque. Que na tradição oral local tem uma pronúncia toda própria.






























